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PF investiga policial rodoviário federal suspeito de acessar e repassar dados sigilosos em Natal

Polícia Federal Natal Divulgação/PF A Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) deflagraram nesta quarta-feira (22), em Natal, uma operaç...

PF investiga policial rodoviário federal suspeito de acessar e repassar dados sigilosos em Natal
PF investiga policial rodoviário federal suspeito de acessar e repassar dados sigilosos em Natal (Foto: Reprodução)

Polícia Federal Natal Divulgação/PF A Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) deflagraram nesta quarta-feira (22), em Natal, uma operação para investigar um servidor público suspeito de utilizar, de forma irregular, sistemas restritos da administração pública para obtenção e repasse de informações sigilosas a terceiros. O alvo da operação é um policial rodoviário federal. Ele é suspeito de realizar consultas indevidas em sistemas restritos da PRF para verificar a existência de alertas relacionados a veículos e pessoas, a pedido de terceiros. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Em nota a PRF ressaltou que a "apuração dos fatos seguirá nos âmbitos administrativo e criminal, com observância do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa". "A PRF dispõe de mecanismos próprios de controle interno e não tolera condutas que afrontem seus valores institucionais ou comprometam a imagem construída pelo trabalho sério e dedicado da ampla maioria de seus integrantes", diz a nota. A operação, denominada de "Acesso Indevido", cumpriu um mandado de busca e apreensão, expedido pela Justiça, na capital potiguar nesta quarta. Segundo a PF, o mandado teve o objetivo de coletar novos elementos que contribuam para o esclarecimento dos fatos. Agora no g1 Investigações A PF informou que as investigações apontaram indícios de que o servidor público "teria realizado consultas indevidas em sistemas restritos para verificar informações de interesse de terceiros, com posterior compartilhamento irregular dos dados obtidos". O investigado pode responder pelos crimes de corrupção, violação de sigilo funcional, falsidade ideológica e outros delitos que venham a ser identificados no decorrer da apuração. A PF informou que as investigações prosseguem "para o completo esclarecimento dos fatos". Vídeos mais assistidos do g1 RN

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